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É com muito prazer que recebo sua visita no Blog Avaliação Física em Foco. Meu objetivo com este espaço é disponibilizar textos, artigos e protocolos que são utilizados nas ciências da atividade física como ferramentas para a utilização dos mais diversos leitores como: profissionais e estudantes de Educação Física, profissionais e estudantes da área da saúde, amantes do esporte, leitores que desejam melhorar sua performance, enfim, a todos os amantes da valiosa ferramenta chamada Avaliação Física que nos serve como fonte de diagnóstico e agente norteador para a excelência na prescrição do exercício.

Aproveito para convidar a todos os profissionais que desejam publicar suas colaborações a participarem da forma que quiserem. Façam comentários, críticas, sugestões e claro, o espaço esta aberto para colocarem seus próprios textos para enriquecer cada vez mais este espaço.

Grande abraço!!!

Prof. Ms. Diogo Pantaleão

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sábado, 14 de maio de 2011

Adiposidade Central - Circunferência de Cintura em Escolares

CIRCUNFERÊNCIA DE CINTURA EM ESCOLARES

A circunferência de cintura nos permite determinar e avaliar a distribuição de gordura localizada na região central do corpo (intra-abdominal) e suas associações com doenças crônicas não-transmissíveis. Esta variável vem se tornando muito importante em avaliações antropométricas frente a outras clássicas utilizadas em diagnósticos epidemiológicos e, alvo de diversos estudos o qual relatam que a quantidade de gordura na região abdominal esta mais relacionada com as alterações metabólicas(Silva et al, 2006) do que com a localizada na região gluteofemural(Who, 1998; Setian et al, 2007). Adicionalmente, alguns autores sugerem que a circunferência de cintura é um melhor preditor de doenças cardiovasculares do que o IMC(Savva et al, 2000; Zhu et al, 2002).
O local de aferição da circunferência de cintura é diverso na literatura(Wang et al, 2003), no entanto, para a utilização da tabela de classificação postada a seguir, teve como local de aferição o ponto imediatamente acima da crista ilíaca (figura abaixo), seguindo a padronização do Centers for Disease Control and Prevention(2005) e classificada conforme Li et al(2006).




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No momento comemorando mais de 2000 acessos em pouco mais de 3 meses!!!

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REFERÊNCIAS
Silva JLT, Barbosa DS, Oliveira JA, Guedes DP. Distribuição centrípeta da gordura corporal, sobrepeso e aptidão respiratória: associação com sensibilidade insulínica e alterações metabólicas. Arq Bras Endocrinol Metab 2006;50(6):1034-40.
World Health Organization. Obesity: preventing and managing the global epidemic-report of a WHO consultation on obesity. Geneva: WHO; 1998.
Setian N, Damiani D, Manna TD, Dichtchekenian V, Cardoso AL, coordenadores. Obesidade na criança e no adolescente: buscando caminhos desde o nascimento. 1 ed. São Paulo: Roca; 2007.
Savva SC, Tornaritis M, Savva ME. Waist circumference and waist-to–height ratio are better predictors of cardiovascular disease risk factors in children than body mass index. Int J Obes Relat Metab Disord 2000;24(11):14;2005-8.
Zhu S, Wang Z, Heshka S, Heo M, Faith M, Heymsfield SB. Waist circumference and obesity-associated risk factors among whites in the third National Health and Nutrition Examination Survey: clinical action thresholds. Am J Clin Nutr 2002;76:743-9.
Wang J, Thornton JC, Bari S, Williamson B, Gallagher D, Heymsfield SB, et al. Comparisons of waist circumferences measured at 4 sites. Am J Clin Nutr 2003;77:379–84.

sábado, 16 de abril de 2011

Cálcule seu Risco Cardiovascular pelo RCQ

RELAÇÃO CINTURA-QUADRIL (RCQ)

A relação cintura/quadril ou RCQ é um método antropométrico simples para avaliar riscos cardiovasculares relacionados ao excesso de gordura localizados na parte central do corpo. É mais adequado em adultos do que em crianças e adolescentes.
A relação cintura-quadril é calculada dividindo-se a medida da circunferência da cintura em centímetros pela medida da circunferência do quadril em centímetros.


É importante salientar que são diversos os locais de aferição para cintura e quadril na literatura, contudo, este método desenvolvido por Bray & Gray (1988) foi utilizado como ponto de referência para as medidas a padronização do Anthropometric Standardization Reference Manual (Capítulo escrito por Callaway, 1988). Este padrão indica que a cintura deve ser aferida no ponto mais estreito do tronco e a circunferência do quadril no nível máximo dos glúteos, conforme a figura abaixo.


Abaixo uma tabela de classificação por faixa etária proposta por Bray & Gray (1988).

          
          Em uma sugestão geral não considerando a faixa etária, os valores acima de 0,94 para homens e 0,82 para mulheres são considerados pelos autores como de alto risco metabólico para consequências adversas a saúde.



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sábado, 26 de março de 2011

Classificação do %Gordura em Crianças e Adolescentes

TABELA PARA CLASSIFICAÇÃO DO % DE GORDURA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES
No último post coloquei algumas equações para o cálculo do % gordura estimada em crianças e adolescentes. Com os resultados encontrados verifica-se a necessidade de avaliar se aquele valor é adequado. Abaixo disponibilizo a mais utilizada na classificação.

Estou muito grato com sua visita que é sempre especial, grande abraço!!! Aproveito para comemorar os mais de 1000 acessos. Obrigado de coração a todos.

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sábado, 12 de março de 2011

Equações para Crianças e Adolescentes

EQUAÇÕES PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES
      Ao avaliarmos um grupo específico, como é o caso de crianças e adolescentes, existem diversas equações específicas desenvolvidas. Abaixo encontram-se algumas bastante usadas na literatura.
Tabela1. Equações para estimar a gordura corporal relativa (%Gordura).
C= constantes na tabela 2 válidas para ambos os sexos das idades de 7, 10, 13 e 16 anos de raça branca (Lohman, 1986), demais idades e raça negra adaptadas por Pires-Neto & Petroski (1996).

TR= Dc Tríceps; SE= Dc Subescapular; PA= Dc Panturrilha.

TR= Dc Tríceps; SE= Dc Subescapular; PA= Dc Panturrilha.


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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Calcule sua massa corporal desejada em 3 passos!!!

Após calcularmos e avaliarmos a quantidade de gordura estimada devemos explicitar ao avaliado sobre as suas necessidades e propormos um objetivo para uma próxima avaliação. A maioria das pessoas que buscam modificações da composição corporal são aquelas com excesso de massa corporal, seja por razões estéticas ou de saúde. Por isso, devemos criar metas para alcançarmos os objetivos com o treinamento, assim como na nossa vida!!!
O importante é frisarmos que as mudanças propostas são apenas o começo do caminho e, que este é um trabalho diário e nada fácil de ser conquistado. Muitos até costumam brincar que o objetivo é eliminar o excesso de gordura corporal e não perder, pois quem perde pode reencontrar aquele excesso!
Mais abaixo vocês irão perceber que estarei usando o termo massa corporal desejada ao invés de peso ideal. O motivo é simples: raramente o ideal pode ser alcançado logo na primeira proposta de treinamento, aliais dificilmente alguém consegue chegar ao ideal, pois estamos sempre querendo mais e mais... Acredito que o ideal é a realização de propostas paulatinas de mudanças na composição corporal para não causarmos aquele efeito de desânimo pela lonjura do ideal.
Diante disso estes são os passos a serem seguidos para o cálculo da massa corporal desejada:
1º passo: Saber a massa corporal e o % de gordura estimado, idade e nível de atividade física.
Hipoteticamente teremos uma mulher de 35 anos com pratica regular de atividade física. Possui 80 kg de massa corporal e 30 % de gordura estimada.
2º passo: Determinar um plano de objetivos para a avaliada.
Por exemplo, para uma primeira proposta o objetivo acordado com a avaliada será reduzir este percentual em 5 %, ou seja, 25 % no total.
3ºpasso: calcular o valor da massa corporal magra, massa de gordura e a massa corporal desejada.
Massa de gordura= 30 % x 80 kg ® Massa de gordura = 24 kg
Massa corporal magra = Massa corporal - Massa de gordura
Massa corporal magra = 80 kg – 24 kg ® Massa Corporal Magra = 56 kg

sábado, 19 de fevereiro de 2011

TABELAS PARA CLASSIFICAÇÃO DO % DE GORDURA

TABELAS PARA CLASSIFICAÇÃO DO % DE GORDURA
No último post coloquei algumas equações para o cálculo do % gordura estimada. Com os resultados verifica-se a necessidade de avaliar se aquele valor é adequado. Com isso, diversas tabelas de classificação foram criadas e abaixo disponibilizo algumas das mais usadas. A sugestão é que sejam utilizadas as tabelas na qual o gênero e as faixas etárias são consideradas.
Lohman (1992)

Pollock & Wilmore (1993)


Foss & Keteyian (2000)

No próximo post colocarei informações de como calcular o peso ideal utilizando como parâmetro o % de gordura.

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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O USO DE DOBRAS CUTÂNEAS PARA O CÁLCULO DO % DE GORDURA.

O USO DE DOBRAS CUTÂNEAS PARA O CÁLCULO DO % DE GORDURA.
O uso das medições das dobras cutâneas para avaliar a composição corporal é feito há mais de um século. O objetivo destas medidas é predizer a densidade e a gordura corporal total e regional para identificar riscos à saúde. Após serem realizadas as medições conforme os protocolos específicos para sexo, idade, raça e aptidão física, podemos estimar o % de gordura corporal. Este método é duplamente indireto sendo amplamente utilizado em situações de campo e clínica, pois são fáceis de administrar com um custo relativamente baixo.
As equações antropométricas que utilizam as dobras cutâneas podem generalizadas ou específicas para grupos populacionais. Equações específicas devem ser utilizadas somente para aquele grupo homogêneo específico em que foram feitas as análises. Por exemplo, se a equação utilizou como amostra somente indivíduos de 10 a 18 anos do sexo masculino e da raça negra, esta equação não deve ser utilizada para estimar a composição corporal em pessoas que fujam a estas características, com o risco de subestimar ou superestimar o valor encontrado. Sempre que possível, as equações específicas devem ser preferencialmente utilizadas, pois são mais precisas que as generalizadas, diminuindo desta maneira o erro da predição.
As aplicações para avaliar a composição corporal segundo Heyward e Stolarczyk (2000) são:
·         Identificar e proporcionar entendimento aos riscos à saúde associados a níveis excessivamente altos ou baixos de gordura corporal total;
·         Identificar riscos à saúde associados ao acúmulo excessivo de gordura intra-abdominal;
·         Monitorar mudanças na composição corporal associadas a certas doenças;
·         Para formular e avaliar a eficiência de intervenções nutricionais e de exercícios físicos na alteração da composição corporal;
·         Estimar o peso ideal;
·         Monitorar mudanças associadas ao crescimento, desenvolvimento, maturação e idade.
No próximo post estarei apresentando algumas equações específicas e generalizadas largamente utilizadas pelos profissionais da área de saúde.

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Pontos de Corte do IMC em escolares

IMC – PONTOS DE CORTE PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES.

Índice de Massa Corporal
            O Índice de Massa Corporal ou Índice de Quetelet é a relação entre a massa(kg) e estatura(m), sendo calculado pela fórmula:

            O IMC vem sendo usado frequentemente em pesquisas epidemiológicas pela facilidade de aplicação do método. Entre diversas variáveis antropométricas, principalmente da massa e estatura corporal, têm sido a forma mais utilizada e aceita para a avaliação do estado nutricional de crianças e jovens(1), além de ser um bom índice de avaliação da adiposidade corporal e um indicador de doenças cardiovasculares(2).
            As tabelas com os pontos de corte sugeridos na literatura para baixo peso, eutróficos, sobrepeso e obesidade podem ser divididas em internacionais, mistas e nacionais. A escolha de qual padrão de referência utilizar é amplamente discutido e questionado na literatura(3,4,5).
            O padrão internacional de referência é estabelecida pelo CDC (Center for Disease and Control and Prevention)(6). A amostra é unicamente formada por americanos de 2 a 20 anos, sendo adotados pontos de corte do percentil 5, 85 e 95 para o baixo peso, sobrepeso e obesidade respectivamente.
            O padrão misto e nacional são derivados das curvas de percentil que passam pelos pontos de corte do IMC que representam 17,5kg/m2(7) e 16,0kg/m2, 17,0kg/m2 e 18,5kg/m2 para baixo peso(8), 25kg/m2 para sobrepeso e 30kg/m2 para obesidade, de indivíduos com 18(9) e 20 anos(7). A construção destes pontos ocorreu através do método estatístico LMS(7,8,9).
            O padrão misto surge a partir de questionamentos sobre a arbitrariedade dos pontos de corte utilizados através de percentil e a utilização de dados de crianças e adolescentes americanos para determinar padrões internacionais(9). A Força Tarefa Internacional de Obesidade (International Obesity Task Force - IOTF) produziu uma tabela de pontos de corte internacionais de IMC para sobrepeso e obesidade(9), e mais recentemente para baixo peso(8). Foram obtidos dados representativos descrevendo o peso e a estatura em idades entre 2  e 18 anos, de ambos os gêneros, usando dados populacionais dos Estados Unidos, Cingapura, Holanda, Hong Kong, Reino Unido e Brasil.
            O padrão nacional(7) surge da necessidade possuirmos uma tabela específica para brasileiros e verificar se outros padrões são condizentes com a nossa situação de crescimento e desenvolvimento. A pesquisa é de extrema relevância, visto que a amostra é representativa de brasileiros com dados de 13.279 homens e 12.823 mulheres com idades entre 2 a 19 anos, extraídos da Pesquisa Nacional de Nutrição e Saúde de 1989. A construção deste padrão abriu um grande precedente para discussões e averiguações na população brasileira.

1.    WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). A Growth Chart for International Use in Maternal and Child Health Care: Guidelines for Primary Health Care Personnel. Geneva, 1988.

2.     TURCONI, G.; GUARCELLO, M.; MACCARINI, L.; BAZZANO, R.; ZACCARDO, A.; ROGGI, C. BMI values and other anthropometric and functional measurements as predictors of obesity in a selected group of adolescents. Eur J Nutr. 2006; 45: 136–143.

3.     TOMKINS, A. Que padrões usar para medir obesidade em crianças?. J Pediatr. 2006; 82(4): 246-248.

4.     WANG, Y.; WANG, J. Q. A comparison of international references for the assessment of child and adolescent overweight and obesity in different populations. European Journal of Clinical Nutrition.  2002; 56: 973–982.

5.     KAIN, J.; UAUY, R.; VIO, F.; ALBALA, D. C. Trends in overweight and obesity prevalence in Chilean children: comparison of three definitions. European Journal of Clinical Nutrition. 2002; 56: 200–204.

6.     KUCZMARSKI, R. J.; OGDEN, C. L.; GUO, S. S. et al. 2000 CDC growth charts for the United States: Methods and development. National Center for Health Statistics. Vital Health Stat. 2002; 11(246).

7.    CONDE, W. L.; MONTEIRO, C. A. Valores críticos do índice de massa corporal para classificação do estado nutricional de crianças e adolescentes brasileiros. J Pediatr. 2006; 82(4): 266-272.

8.    COLE, T. J. et al. Body mass index cut offs to define thinness in children and adolescents: international survey. British Medical Journal. 2007; 335: 194-202.

9.    COLE T. J.; BELLIZZI, M. C.; FLEGAL, K. M.; DIETZ, W. H. Establishing a standard definition for child overweight and obesity worldwide: international survey. British Medical Journal. 2000; 320: 1240-1243.

Este texto é uma pequena parte do capítulo que tive o prazer de escrever no livro do amigo Alexandre Machado: Manual de Avaliação Física – Alexandre F. Machado. Ed. Ícone - 2010.
- Disponível para compra em:
http://www.iconeeditora.com.br/produto.asp?nomeproduto=978%2D85%2D274%2D1076%2D2&categoria=Educação Física
 - Link para download com os principais artigos de conteúdo dos pontos de corte de IMC:

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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Comentário de Bernardo Miloski ao post "A avaliação física é necessária?"

Comentário de Bernardo Miloski (Preparador Físico do PEC e Mestrando na UFJF) ao post " A avaliação física é necessária ?" que transformei em post!

Diogo,
concordo inteiramente com sua postagem, e tenho total convicção de que a avaliação física é parte fundamental de um processo de treinamento qualificado. Gostaria de levantar uma questão. Se nós, profissionais de educação fisica, entedemos isso, porquê as academias de ginástica cobram a mais por esse serviço, deixando a critério do aluno a realização ou não da mesma. Entendo também, que todo trabalho que nós realizamos deve ser valorizado e tem um custo. Não seria mais interessante pegar o custo dessas avaliações e dilui-lo nas mensalidades dos alunos? Dessa forma estaríamos cobrando pelo nosso serviço, e além disso, utilizando essa ferramenta tão importante para prescrição e controle do treinamento. Não trabalho na area de academia, mas esta é uma visão que tenho há algum tempo. Talvez os profissionais dessa area possam ter uma ideia mais clara sobre o assunto.
Bernardo Miloski
Prof Mtdo pela UFJF na área do Controle da Carga de Treinamento.Preparador Físico do PEC.

Bernardo e leitores,

   Primeiro agradeço seu comentário que é tão pertinente que resolvi transformá-lo em post!. O mais interessante nisto é que tenho comentado isso em vários lugares, inclusive, fui dar um curso e levantei este questionamento do valor da mensalidade diluído nas mensalidades, acho perfeito. O que conseguimos chegar à conclusão é que isto aumentaria o valor da mensalidade e muitos perderiam para a concorrência no valor da mensalidade. Particularmente eu concordo que pode atrapalhar, mas acredito que devemos nos apoiar sempre no resultado final. Caímos naquela velha história de que o barato sai caro. As pessoas não buscam resultados ? Então quando perceberem que pagam mais barato é o resultado não é tão bom quanto daqueles que trabalham de forma mais correta, tenho certeza que mudarão!!! O velho é bom boca a boca faz diferença sim. Aqueles que estão satisfeitos inconscientemente fazem propaganda da academia.
Em conversa com gestores sobre esta questão do valor da mensalidade, surgiu uma discussão muito interessante que a gente vê a população adora pedir um desconto nas academias, e, por isso, são criados os pacotes que são muito bons para famílias e grupos. Acontece que os que não tem sempre reclamam e a academia para não perder o aluno sempre dá um jeito. A parte interessante nisso é que quando vamos em alguma rede de fast food gastamos em combos da vida uma faixa de R$ 20,00 a R$ 50,00, se vai a família piora a situação; em baladas gasta-se com entrada, bebidas, área vip e etc, dá para se prever um gasto médio no barato de R$ 50,00. Enfim, o preço esta lá e ninguém chora um desconto, porquê quando se trata de cuidar da saúde o sujeito chora todas as mazelas ???  
   Assim como o Bernardo, gostaria de levantar a questão de algumas academias que estão utilizando diversos profissionais para fazer a avaliação física. Eu tenho a opinião de que não é uma coisa legal no aspecto técnico. E vocês o que pensam?

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Grande abraço a todos e mais uma vez obrigado pela visita!!!

Prof. Mst. Diogo Pantaleão